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Apoio à greve dos petroleiros e em defesa da Petrobrás

Seta
07/02/2020
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O SINDIUPES-Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Espírito manifesta total e irrestrito apoio aos petroleiros que estão em greve contra a atual política de desmonte da Petrobrás, e solidariza-se com a Federação Única dos Petroleiros – FUP e suas justas reivindicações em prol dos direitos dos trabalhadores, em defesa da soberania nacional e do petróleo brasileiro.

Consideramos a Petrobrás como uma empresa estratégica para o desenvolvimento social e econômico do Brasil, portanto precisamos reagir às medidas que visam à privatização das nossas riquezas naturais e que colocam em risco o futuro das próximas gerações.

Abaixo, confira a Moção de Apoio da nossa Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação-CNTE em apoio ao movimento grevista dos petroleiros.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, entidade representativa dos profissionais da educação básica do setor público brasileiro, vem por meio desta se solidarizar de forma incondicional com o movimento grevista dos petroleiros da PETROBRÁS, deflagrado no último dia 01 de fevereiro pelos sindicatos ligados à Federação Única dos Petroleiros – FUP.

O balanço parcial da greve já indica um movimento vitorioso, envolvendo mais de 8 mil trabalhadoras e trabalhadores do setor, de 17 bases da PETROBRÁS em dez Estados do país. Os ataques aos direitos dos/as trabalhadores/as, perpetrados pelo atual governo federal, somados à entrega do petróleo brasileiro às mãos de multinacionais estrangeiras e ao esfacelamento da própria PETROBRÁS como uma empresa nacional estratégica, já seriam motivos suficientes para a greve dos/as companheiros/as. Mas a sanha entreguista do Governo Bolsonaro, junto com o permanente desrespeito à classe trabalhadora brasileira, deu ainda mais motivos para a atual greve dos/as petroleiros/as: o desrespeito e o não cumprimento da atual convenção coletiva da empresa, junto com a demissão em massa dos petroleiros de uma empresa de fertilizantes do grupo no Estado do Paraná, foram o estopim para o início do movimento.

Os/as educadores brasileiros/as, representados por esta CNTE, entendem o papel estratégico que uma empresa do porte da PETROBRÁS representa ao país, especialmente depois da descoberta dos campos do Pré-Sal.

Temos também a clara compreensão que o atual momento político vivido pelo país se dá, em grande medida, em função dos interesses que se tem sobre as riquezas produzidas por aquela empresa. Não por acaso assumimos como lema de nossa luta também a defesa da soberania de nosso país, tão vilipendiada pelos atuais ocupantes do governo federal brasileiro.

Toda solidariedade, portanto, à greve das companheiras e companheiros petroleiros/as!

Só nossa unidade e luta resgatarão nosso país desses vendilhões da pátria!

Direção Executiva da CNTE

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